Costa Rica: um resumo

30 04 2011

Don Moore

Uma versão deste artigo foi orginalmente publicada na edição de agosto de 1990 do The Journal of the North American Shortwave Association, na coluna “Latin Destinations”.

Hola amigos, sejam bem vindos a outra edição de Latin Destinations. Theresa e eu estivemos durante três maravilhosas semanas na Costa Rica entre maio e junho. Se você nunca esteve na América Latina e deseja visitar mais do que meramente praias, a Costa Rica é o lugar para começar. É um paraíso para os amantes da natureza; mais de dez por cento do país é protegido na forma de parques nacionais em que a vida selvagem é amplamente preservada. Há desde florestas tropicais até bonitas praias. Até mesmo estradas pavimentadas para o topo de vulcões! Dezenas de pitorescas cidades coloniais e vilas estão bastante próximas de San Jose. O artesanato local é especialmente baseado na madeira, sendo muito barato e bem feito. O Inglês é amplamente falado e, além disso, comida e água são muito limpas. A Costa Rica é praticamente um país desenvolvido. De acordo com a ONU, a Costa Rica é o país em desenvolvimento com melhor índice de desenvolvimento (a propósito, o Chile é a única nação Latino Americana considerada pela ONU como desenvolvida). Os preços são levemente mais altos para os padrões Latinoamericanos, especialmente se comparados com os países Andinos, mas são mais que acessíveis pelos padrões Norteamericanos.

Enquanto estive lá pude visitar algumas emissoras, sendo que conheci todas, com exceção da Radio Casino, situada em Limón. A grande novidade era quanto ao fechamento da Radio Impacto. Esta emissora sempre transmitiu como semi-clandestina anti-Sandinista. O fato curioso é que ela fechou após a perda de poder dos Sandinistas na Nicarágua. A visitei poucos dias antes de seu fechamento e consegui algumas fotos interessantes. A história completa é muito longa para ser contada aqui, mas escreverei um artigo com este tema para a Monitoring Times.

De todas as emissoras que visitei, de fato a que mais me impressionou foi a Radio For Peace International. A RFPI é realmente um exemplo de trabalho de pessoas que amam o rádio. O pessoal trabalha até mesmo no ajuste dos cristais! É incrível ver que é possível levar ao ar uma emissora de ondas curtas com alguns poucos milhares de dólares e uma boa dose de suor em vez de milhões de dólares e caríssimos serviços de consultoria como, por exemplo, o programa de modernização da VOA (não que a VOA pudesse fazer o seu trabalho com o caixa da RFPI!). E tenha certeza de que ela tiratá o máximo possível de cada centavo que é doado. Se você não quiser doar dinheiro também pode comprar uma de suas camisetas. O cantor Bruce Springsteen fez isso quando visitou a RFPI e a Peace University durante uma turnê promovida pela Anistia Internacional.

Artigo disponibilizado no site do Dexista Don Moore e traduzido mediante autorização. A publicação em qualquer outro meio é expressamente proibida


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